10 agosto 2015

A importância de saber diagnosticar e resolver problemas

O que faz uma pessoa ser bem sucedida ao escalar uma alta montanha, pilotar um avião, comandar um navio, praticar esportes de alto risco, fazer uma transição de carreira, aceitar um alto cargo executivo ou recomeçar a vida em um país diferente?

A resposta é bastante simples: empreendedores e pessoas bem sucedidas criam uma visão de futuro e são perseverantes em transformá-la em realidade. Junto com a perseverança caminham os medos do incerto e do insucesso, mas, ao invés de ignorá-los ou descartá-los, essas pessoas estudam seus medos, fazendo uma leitura detalhada deles, aprendem com eles e preparam-se adequadamente para a ação. Dessa forma, se seus temores se tornarem realidade, estarão prontas para enfrentá-los, utilizando suas desenvolvidas competências para diagnosticar e solucionar problemas.

Como indivíduos, precisamos aprender a enfrentar os desafios, diagnosticando corretamente as situações, os elementos nelas envolvidos e quais ameaças e oportunidades representam. Resolver problemas é uma habilidade que começamos a desenvolver quando nascemos e devemos aperfeiçoar no decorrer da vida, através de experiências e utilização de várias técnicas que nos possibilitam reagir proativamente aos desafios das circunstâncias.

Circunstâncias essas que nos são impostas pela vida ou pelos negócios e com as quais temos que fazer algo para continuarmos nossa jornada, pessoal e profissional. Para viver temos que saber o que fazer com as coisas que encontramos; é com elas que iremos construir nosso futuro, incorporando-as em nossos projetos de vida.

Viver é, então, conviver, coexistir, relacionar-se com todas as coisas e pessoas com as quais nos deparamos a cada momento e que criam várias possibilidades de ações, que nos levam à necessidade de tomar decisões bem informadas. Para bem decidir é preciso saber raciocinar, entendendo a situação e adquirindo os conhecimentos exigidos pelas circunstâncias.

Já no âmbito empresarial a solução de problemas não ocorre por decisões individuais e sim, normalmente, de forma cooperativa por uma equipe de gestores, representantes de várias áreas. Mas a capacitação dos executivos para a solução de problemas tem preocupado muitos presidentes de empresas, como demonstrado em pesquisa realizada no 14° Fórum dos Presidentes realizado pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), citada na Revista Administrador, de agosto de 2014, dizendo que “para 82,4% dos presidentes, os executivos estão apenas parcialmente preparados”. Então as empresas estão numa situação bem difícil diante da crise se apenas 17,6% dos executivos estão preparados.

Problemas não destroem empresas. O que leva uma organização ao fracasso é o despreparo gerencial para identificar as ameaças e oportunidades que existem nos problemas e a incapacidade de tomar decisões e realizar ações corretivas eficazes. Gestores precisam perceber tudo o que esteja realmente acontecendo dentro e fora de sua área de atividade, avaliando com exatidão cada situação.
Diante complexidade, volatilidade, ambiguidade e incerteza do mundo, os executivos precisam aprender, desaprender e reaprender rápida e continuamente para atenderem as necessidades decisórias da organização. 

Assim, a educação corporativa está saindo da “educação focada na memorização”, onde o educando estuda aquilo que o professor ensina,  para a “educação focada na solução de problemas”, que possibilita a aprender na prática, através do enfrentamento de situações da vida real, com o apoio de um mentor que estimula e questiona. Os executivos decidem qual é o problema mais importante a ser solucionado e, ao mesmo tempo em que o corrigem, desenvolvem suas competências de trabalho em equipe, liderança, cooperação, criatividade, persistência e melhoria continua da organização. A equipe gerencial aprende com os problemas e a empresa ganha com sua solução.

Como muitas pessoas já aprenderam, diagnosticar e solucionar problemas torna-se uma atividade fácil depois que são conhecidas as técnicas e adquiridos os comportamentos corretos. Quem deseja ter sucesso, em qualquer projeto que pretenda realizar, pessoal ou profissional, precisa desenvolver e aperfeiçoar continuamente essa competência.

26 janeiro 2015

Nova realidade do mercado exige capacitação gerencial

A nova situação de crises conjuntas (política, econômica e ambiental) exige o desenvolvimento de competências e comportamentos gerenciais adequados à tomada de decisões corretas e à realização de ações eficazes para o empoderamento competitivo das organizações.

O despreparo dos líderes e gestores pode passar despercebido em situações de tranquilidade. Não em situações de turbulências e riscos. Isso vale para todos os tipos de organizações, sejam elas grandes ou pequenas, públicas ou privadas.
Embora todos falem em novos paradigmas, reengenharia e aprendizagem organizacional, raros são os que aceitam ou utilizam eficientes fundamentos e métodos para transformar as organizações, tornando-as mais competitivas. A verdade é bem diferente. A maioria dos dirigentes, na maioria das organizações, ainda está treinada e equipada com métodos de trabalho do passado.
As circunstâncias competitivas do mercado mudaram. O raciocínio estratégico da maioria dos dirigentes não. Seus fundamentos estratégicos, estruturas gerenciais, sistemas de informações e programas de treinamento são dirigidos a ambientes competitivos que deixaram de existir há muito tempo.
Os principais motivos para os fracassos das organizações são:

1 - A falha começa no topo da organização. A maioria dos dirigentes conhece os problemas de suas organizações. Mas, por não saberem como, por inércia, por paternalismo ou por outros interesses, nada fazem para solucioná-los. A alta administração deve estar presente em todas as áreas da organização, deve abrir canais de comunicação internos e criar um sentimento de participação de todos os funcionários. Também devem pensar sobre as formas de empoderar os profissionais com as competẽncias adequadas nos processos de tomada de decisões, incentivando o fluxo de novos conhecimentos, solução de problemas e inovação de processos, produtos e serviços.

2 - Rivalidades e competições inconsequentes. Falta de coesão da equipe  gerencial, rivalidades e competições inconseqüentes corroem o desempenho. Pessoas que deveriam unir seus esforços em prol da organização agem como inimigos. Seria, usando uma analogia militar, como se o Exército, Marinha e Aeronáutica disputassem para ver quem lidera uma invasão. É necessário estabelecer uma visão centralizadora de esforços e de comprometimento com os esforços das organizações.

3 - As organizações são preparadas para fracassar. Nos últimos 20 anos os dirigentes estão sendo preparados para falhar. O conhecimento geral foi dividido em especializações que provocam limitação da visão estratégica. Não há conexão entre estratégia e operações. As pessoas são educadas para NÃO trabalharem juntas. Elas são contratadas, motivadas e recompensadas por modelos que as educam a não confiarem, não gostarem e não falarem umas com as outras. Novos modelos de educação executiva precisam ser adotados pelas organizações para que suas equipes gerenciais desenvolvam as competências necessárias para o seu desenvolvimento organizacional e competitivo.

E esses três motivos de resistência às mudanças precisam ser eliminados ou, pelo menos, minimizados. Ṕara assegurar o poder competitivo das organizações e a continuidade dos negócios, é preciso mudar, adaptar-se à nova realidade do mercado.

Mudança é sobrevivência. Mudança é especialmente necessária em  organizações que desejam prosperar em um ambiente estratégico volátil,  incerto, complexo e ambíguo.

Capacitar continuamente os profissionais da organização será a única forma de mantê-la empoderada e obter maior segurança na continuidade dos negócios. Os conhecimentos das pessoas são o maior recurso competitivo.

Milton R. Almeida
Treinamento e Desenvolvimento Profissional e Gerencial
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26 dezembro 2014

Cavalgando um cavalo morto

"Cavalgando um Cavalo Morto", uma metáfora empresarial mostrando a necessidade de eliminar tudo aquilo que prejudica a eficiência, o empoderamento e a competitividade de uma organização, sem complacência, principalmente em cenários de crises ou retrações de mercados.

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http://issuu.com/mra.almeida/docs/cavalomorto/1

13 novembro 2014

Coaching de Equipes Gerenciais: importância para o empoderamento competitivo da organização

Por Milton R. Almeida
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 Observamos diariamente nos noticiários de jornais que crises sociais, políticas, econômicas, tecnológicas, ambientais e militares estão ocorrendo, com ou sem aviso, em qualquer lugar, em qualquer momento. E elas podem ocorrer também em qualquer organização, grande ou pequena, pública ou privada.

Você com certeza reconhece que nestes complexos e imprevisíveis tempos em que vivemos e trabalhamos, TUDO é possível. Incluindo uma crise devastadora para seus negócios. As consequências, maiores ou menores, dependerão de sua capacidade de antever uma crise e preparar-se para enfrentá-la.

Se observarmos a história empresarial, podemos constatar três grandes fontes de erros de gestão que colocaram as organizações em dificuldades:
  • Miopia Situacional, caracterizada pela incapacidade de perceber os elementos de uma situação, identificar sua importância e antever sua dinâmica de desenvolvimento. Os gestores, em sua grande maioria, são incapazes de identificar sinais de mudanças no ambiente, deixando de preparar-se para enfrentar uma crise ou beneficiar-se de uma oportunidade.
  • Erros de Reação, resultantes da passividade, da miopia mercadológica e da baixa capacidade de interpretação de problemas e processamento de soluções e decisões. Esse tipo de situação está presente em todas organizações, revelando que o sistema de manejo/gerenciamento de crises (antecipação, resposta, reconstrução) é inexistente ou é de qualidade muito baixa.
  • Decisões Descontroladas, produto da rapidez e das surpresas provocadas por situações ou crises inesperadas. O despreparo diante das tensões e a falta de técnicas adequadas de planejamento impedem que se enfrente as ameaças ou que não se enxerguem as oportunidades que surgem. Gestores que são ótimos em tempos de normalidade podem cometer grandes erros em momentos críticos se não estiverem adequadamente preparados.
Mas esses tipos de erros e comportamentos de gestão podem ser eliminados ou, no mínimo, reduzidos com a realização do "Coaching de Equipes Gerenciais", que capacita os gestores e outros profissionais da empresa a administrar riscos e crises, elevando a resiliência organizacional.

"Coaching” é uma palavra inglesa que significa condução, encaminhamento, direcionamento. “Coach” é aquele que dirige, que orienta, que encaminha a execução de uma atividade. “Coachee” é a pessoa que é dirigida. Largamente empregado na área esportiva, esse termo passou a ser utilizado por consultores empresariais para definir uma atividade educacional de pessoas e equipes.

É uma metodologia de educação corporativa importante, que está sendo utilizada com eficácia para elevar as competências competitivas, tanto das pessoas como da organização. As pessoas melhoram suas competências de liderança e gestão. A empresa amplia sua capacidade de conquistar e manter clientes.
 
Um bom trabalho de "coaching de equipe" (diferente do "coaching individual") pode ajudar a elevar a qualidade de trabalho da equipe gerencial. O relacionamento profissional torna-se mais proativo e harmonioso, o número de conflitos prejudiciais é reduzido, melhores e mais eficazes decisões são tomadas e executadas.
 

15 setembro 2014

Desenvolvimento e Motivação de Equipes Gerenciais 2015

2015 está sendo visto como um ano de grandes desafios competitivos para as empresas.

O mercado, complexo e incerto, exigirá profissionais preparados para enfrentarem as difíceis situações políticas, econômicas, sociais, tecnológicas e ambientais que se apresentarão.

Os dirigentes empresariais deverão possuir competências de visão estratégica, liderança e gestão para enfrentarem ameaças e explorar as oportunidades; deverão administrar a empresa do presente ao mesmo tempo em que preparam a empresa do futuro.

Prepare seus gerentes para os desafios de 2015 levando este novo workshop para sua organização!


Conteúdo educacional do workshop:

Tema 1: INTELIGÊNCIA DE NEGÓCIOS
  • Percepção Situacional
  • Prospectiva estratégica e inovação de negócios
  • Inteligência estratégica e métodos de geração de conhecimento
Tema 2: GESTÃO
  • Conceitos e sistemas de gestão
  • Organização: estrutura, ambiente e processos
  • Comportamentos: indivíduos, grupos e líderes
  • Relacionamentos: grupais, intragrupais e intergrupais
  • Planejamento: doutrinas, organização, treinamento, liderança, materiais, pessoas e infraestrutura
Tema 3: LIDERANÇA TRANSFORMACIONAL
  • Visão estratégica e prospectiva
  • Poder 
  • Empatia
  • Criatividade
Para maiores informações, entre em contato através do email: mratreinamento@gmail.com

www.mratreinamento.com


Curso de "Liderança em Situações Críticas"

Crises são situações inevitáveis e permanentes da humanidade. Sempre aconteceram e continuarão a acontecer, cada vez com maior frequência e intensidade. Estarmos preparados para elas é, portanto, uma necessidade. Organizações que não souberem responder adequadamente às questões seguintes correm o risco de não sobreviver à próxima crise: Para que tipos de crise devemos nos preparar? Qual será o impacto dessas crises sobre a organização e seu ambiente de negócios? Que recursos dispomos para enfrentar a crise?

O objetivo deste curso é despertar a consciência dos administradores para a necessidade de manter a empresa sempre preparada para enfrentar qualquer tipo de crise, seja ela econômica, política, tecnológica, social ou ambiental.






"Direção Segura, Vida Feliz": palestra de educação de trânsito para empresas

Palestra dirigida a motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres, enfocando comportamentos de segurança no trânsito.

Excelente para apresentações em SIPAT's para despertar a consciência de segurança no trânsito e desenvolver comportamentos seguros, tão necessários para modificar as estatísticas de fatalidades e reduzir os custos das empresas.

O Portal do Trânsito (http://portaldotransito.com.br/noticias/estatisticas/mapa-da-violencia-2013-acidentes-de-transito-e-motocicletas) cita que "Entre 1980 e 2011, foram registrados perto de um milhão de óbitos nos diversos tipos de acidentes de trânsito acontecidos no país. O SIM/MS contabilizou, nesse período, exatas 980.838 mortes em acidentes nas vias públicas".




25 agosto 2014

Estar preparado para crises é o que faz a diferença entre o sucesso e o fracasso

O caminho para o futuro é desconhecido, mas sabemos que durante nossa jornada encontraremos inúmeras ameaças e oportunidades. Algumas são esperadas e outras inesperadas; algumas serão benéficas e outras catastróficas.

É um caminho complexo e incerto, que exige que nos preparemos com conhecimentos, saberes e habilidades para poder lidar adequadamente com o imprevisível, com o inesperado que pode provocar grandes mudanças em nossas vidas. 

Esses eventos, que chamamos de crises e emergências, podem surgir abruptamente, nos dando pouco tempo de reação e com consequências, muitas vezes, devastadoras para nossas vidas e para nossas empresas. Na maioria das vezes as crises surgem lentamente, dando fracos sinais de seu início e crescem, se não forem devidamente tratadas. Na grande maioria das vezes, os dirigentes empresariais não têm o devido preparo para identificar os problemas enquanto estão pequenos e deixam de tomar as devidas providências. Quando percebem a gravidade da situação, o problema está tão grande que exige grande quantidade de recursos humanos, financeiros e materiais para sua solução. A preparação para um evento crítico é fundamental para assegurar o bem da empresa, de seus funcionários, clientes e fornecedores.

Estar preparado, com os corretos conhecimentos e métodos de gestão de crise, é o que faz a diferença entre o sucesso e o fracasso, de uma pessoa ou de uma organização. Muitas companhias são vulneráveis porque seus dirigentes não são capazes de perceber ou ignoram os sinais precursores da crise e, também, são fracamente preparados para administrar a grande variedade de ameaças que pairam sobre uma organização.

Esteja sempre preparado! Vivemos numa época em que as crises estão mais presentes do que nunca, sejam elas políticas, econômicas, sociais, tecnológicas, militares ou ambientais. Aprenda a identificar os fatos que criam os futuros, aprenda a identificar as crises que escondem-se dentro de sua organização, aprenda a planejar o enfrentamento da crise e a continuidade dos negócios.

Aprenda rápido e reaja mais rápido ainda! E com precisão, pois erros na administração de crises podem destruir sua reputação e a confiança de seus clientes.

Milton R. Almeida
www.mratreinamento.com